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Gerador Zero

Page history last edited by Dow Osage 9 years, 4 months ago

 

Gerador Zero is…

(Versão em português abaixo)

One man = band.Hi, I’m Fabio FZero. I’m an electronic music producer from Rio, and my main project is Gerador Zero.

The project started off in 1995 with a different name - Subwoofer Conspiration - and changed to Gerador Zero (”Generator Zero”) in 1999. The first releases were basically tracked music modules distributed through some now defunct FTP sites and informally on IRC channels, in the height of the demoscene era.

G0 slowly gained respect on the brazilian alternative scene and in 2003 we were invited to play on Tim Festival - the biggest alternative/ecletic music festival in Brazil - on the same night and stage as Coldcut and Front 242.

G0’s sound is hard to describe. It’s electronic music for sure, but with so many different styles and influences that it’s impossible to pinpoint exactly what it is. The whole idea is to stretch the limits of electronica, rock, brazilian music and whatnot without distinction and with no ambition to fit on a given scene. Whatever groove that fits an idea goes.

I’m a supporter of open formats, open source, creative commons, file sharing and mostly everything that gives nightmares to the music industry bigwigs. I’ve released a CD in 2002 (buy it!) and I’m thinking about MAYBE releasing another one… but I’m not sure if physical distribution is still worth it.

 

***

 

Gerador Zero é…

Oi, eu sou Fabio FZero, um produtor de música eletrônica do Rio de Janeiro e meu projeto principal é o Gerador Zero.

O G0 existe desde 1995 - quando ainda se chamava Subwoofer Conspiration e distribuía músicas feitas em trackers pela internet - e foi ganhando força no circuito independente até ser chamado para participar do Tim Festival em novembro de 2003, dividindo o palco com Coldcut e Front 242.

O som do Gerador é difícil de descrever. É música eletrônica, mas passeando por tendências tão diversas que é impossível encaixar o som em um único estilo. A idéia é esticar os limites da eletrônica, rock e pop, sem fazer distinções ou tentar desesperadamente se enquadrar em uma “cena”. É música eletrônica - sem dúvida! - mas com jogo de cintura e sem preconceitos.

Eu acredito em formatos abertos, open source, creative commons, compartilhamento de arquivos e quase tudo mais que dá pesadelos à indústria fonográfica atual. Lancei um CD em 2002 (compre!) e estou pensando em TALVEZ lançar outro, mas não sei se esse tipo de coisa ainda vale à pena. Quem sabe?

Press-release para impressão aqui (google docs) e fotos aqui.

 

 

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